Marco Carvalho nasceu em Guaratinguetá, no interior do estado de São Paulo, em novembro de 1964. Vive na capital paulista desde os seis anos de idade, cidade onde construiu sua vida, sua carreira e sua família.
Bacharel em Direito, dedicou cerca de quatro décadas à área tributária, profissão que lhe proporcionou uma sólida formação analítica e a oportunidade de conhecer diferentes regiões do Brasil. Ao longo dessa trajetória, desenvolveu um olhar atento sobre as pessoas, as culturas e a forma como as sociedades se organizam e evoluem.
Casado com Elizabete desde 1994, é pai de Barbara e Renata, que representam sua maior realização pessoal e a inspiração para deixar, por meio da literatura, um legado às futuras gerações.
Leitor apaixonado desde a juventude, encontrou nos livros uma forma de explorar o passado, compreender o presente e imaginar o futuro. Entre os autores e obras que mais marcaram sua formação estão J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis), George R. R. Martin (As Crônicas de Gelo e Fogo), J. K. Rowling (Harry Potter), Pablo Neruda (Confesso que Vivi), Ken Follett, com os dois primeiros volumes da Trilogia do Século, John Reed, autor de Os Dez Dias que Abalaram o Mundo, e C. W. Ceram, cuja obra Deuses, Túmulos e Sábios ampliou seu fascínio pelas civilizações antigas, pela arqueologia e pela história da humanidade.
Na ficção científica, sua maior influência sempre foi Star Trek, universo que acompanha desde a juventude por meio de suas séries e filmes. Também reconhece a profunda influência de Erich von Däniken. A leitura de Eram os Deuses Astronautas?, ainda na adolescência, despertou seu interesse pelas hipóteses sobre antigos contatos extraterrestres, pelos grandes mistérios das civilizações ancestrais e pelas perguntas que cercam a origem da humanidade. Independentemente do caráter especulativo dessas ideias, foi nelas que encontrou uma das sementes de sua imaginação literária.
Entre suas maiores referências intelectuais estão Albert Einstein e Roger Penrose, cujas reflexões sobre espaço, tempo, gravidade e consciência alimentam sua curiosidade científica e inspiram muitos dos conceitos presentes em suas histórias. Movido por esse interesse, desenvolveu estudos independentes sobre física, cosmologia e consciência, culminando na publicação do trabalho Unified Theory of Biocentric Gravity and Photonic Consciousness, disponibilizado na plataforma Zenodo.
O próprio autor define esse trabalho com humildade como “o devaneio de um leigo apaixonado pela ciência”. Longe da pretensão de apresentar uma teoria científica consolidada, o texto representa um exercício intelectual de imaginação inspirado pela obra de grandes pensadores e pela convicção de que a curiosidade é uma das forças mais poderosas do conhecimento humano. Afinal, toda grande descoberta começa com uma pergunta, e muitas vezes com a coragem de imaginar aquilo que ainda não pode ser demonstrado.
Em Raízes nas Estrelas, Marco Carvalho reúne décadas de leituras, estudos e imaginação para criar um universo em que ficção científica, história, mitologia, cosmologia e especulação científica dialogam continuamente. Sua intenção não é oferecer respostas definitivas, mas convidar o leitor a refletir sobre algumas das perguntas que acompanham a humanidade desde seus primeiros passos: quem somos, de onde viemos e qual poderá ser o nosso destino entre as estrelas.
Depois de uma vida dedicada ao trabalho e ao estudo das estruturas que organizam a sociedade, encontrou na literatura um novo caminho para explorar as estruturas que talvez organizem o próprio universo. Escrever tornou-se a forma de reunir ciência, história, filosofia e imaginação em uma única narrativa, mantendo vivo o espírito que sempre guiou sua trajetória: a curiosidade.
Nunca fui um cientista. Nunca pretendi sê-lo. Sou apenas um leitor que jamais deixou de fazer perguntas e um escritor que encontrou na ficção científica a liberdade para imaginar algumas possíveis respostas. Se, ao terminar uma de minhas histórias, o leitor olhar para o céu com um pouco mais de admiração, fizer uma pergunta que nunca havia feito ou sentir o desejo de descobrir algo novo, então esta jornada terá cumprido seu propósito.